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sábado, 7 de março de 2015

Em prenúncio e prévio do início da Primavera ,

Em prenúncio e prévio
do início da Primavera ,
do noivado
e casamemto dos passarinhos
abre ao público  “ CALDAS EM FLÔR”
na Rua Padre António Guimqraães  121 1º Esq.
nesta Vila Termal de Caldas de S. Jorge.
Uma mais valia para o embelezamento,
decoração domiciliaária
espaços de estimação
e culto
Ao dispôr.

PARABÈNS!


quarta-feira, 4 de março de 2015

A Primavera vem e volta sempre… Em véspera e preparos do seu 92 º aniversário natalício !!!

A Primavera vem e volta sempre…
Em véspera e preparos do seu 92 º aniversário natalício temos
hoje  connosco D. Josefina Pereira Valente
nascida a 7 de Abril de 1924,
lembrada perfeitamento dos seus pais
António Henriques Valente
e Miquelina Pereira de Jesus,
neta de grandes benfeitores da Comunidade
e Igreja Matriz que tem bem exarada na torre da mesma
 Igreja e relógio Bernardo Henriques Valente.
Em memória fresca com uma alface recorda
e actualiza a sua numerosa familia de 7 irmãos e irmãs,
desde um irmão cedo falecido
e os outros irmãos
e irmãs que nomeadamente refere:
Maria que vai a caminho dos 99  anos,
Dorinda já falecida há pouco tempo,  
Madalena Pereira Valente no estrangeiro,
José Henriques Valente com os seus 88 anos
e está todo riginho da vida,
António Henriques Valente
e Rita Pereira de Jesus.
Recem-chegada ao Centro de Dia do C.S.P.S.J
Sente-se à  vontade como o peixinho no aquário.
Refere qu esteve no Hospital de S. Sebastião,
Santa Maria da Feira
cerca de 15 dias.
Durante o dia frequentao Centro de Dia e
À tarde e noite regressa ao ambiente familiar onde se sente bem
e excelentemente acolhida,
acarainhada
e em boa companhia.
Gosta e aprecia a agricultura,
o trablho do campo,
da horta,
do  quintal
e do jardim.
Adora as flores:
Lírios,
Cravos,
Crisântemos
para não falar das rosas
e roseiras !!!
Mais ainda dos animais domésticos
e de companhia,
incluindo as galinhas.
Enfim uma excelente
personalidade
marcante ,
típica com quem dá gosto

e prazer em conversar!











terça-feira, 3 de março de 2015

A Sabedoria Popular “ a rodos” no Lar Residencial. Os mais antigos têm tesouros de Sabedoria a não esquecer !!!

A Sabedoria Popular  “ a rodos” no Lar Residencial.
Os mais antigos têm tesouros de Sabedoria a não esquecer !!!
Mas para recordar.
Que o diga João da Silva e Sousa
Com as suas 77 primaveras
Nascido no dia de S. João,
24 de Junho de 1938
Em Marecos, 
Penafiel.
Firme e esclarecido na sua memória
e lembrança.
Carnaval a soalhar, Páscoa atrás do lar !
Candelária a chorar está o Inverno acabar,
Candelária a sorrir está o Inverno para vir.
Na Senhora das Candeias à meia noite vai à serra ver de que lado fica o tempo.
Maré cheia ( veia  cheia) boa hora para a sementeira.
Trovoada de Maio se for no Marão vende os bois e compra pão,
Se for na ribeira pega nos bois e arrasta para a eira!
Ninhos de “bichas pinheiras” ( de Janeiro em diante ) se estiverem voltados ao sul o tempo fica norte ( frio), se estiverem voltados a norte o tempo fica a sul (quente).
Se estiverem voltados ao mar o tempo fica na serra, se estiver voltado à serra o tempo fica voltado ao mar.
E esta dos “remedilhos “ e dos “temperilhos” ???
 Chamam-se Remedilhos (há quem lhe chame arremedilhos)
e Temperilhos, e constam da seguinte associação da previsão de tempo para determinado dia do mês respectivo.
Isto é, começa entre o dia de Santa Luzia,
a 13 de Dezembro, e o Natal (Remedilhos),
com o cruzamento do tempo verificado para o período entre
o dia 26 de dezembro e 6 de janeiro,
dia dos Reis (Temperilhos).
O dia de Natal é o único dia que não entra neste boletim metereologico.
Desta maneira verificava-se o tempo com a associação dos dias,
ao mês do ano seguinte correspondente, da seguinte forma:

Remedilhos -
13 de dezembro - janeiro do ano seguinte
14 de dezembro - fevereiro do ano seguinte
15 de dezembro - março do ano seguinte
16 de dezembro - abril do ano seguinte
17 de dezembro - maio do ano seguinte
18 de dezembro - junho do ano seguinte
19 de dezembro - julho do ano seguinte
20 de dezembro - agosto do ano seguinte
21 de dezembro - setembro do ano seguinte
22 de dezembro - outubro do ano seguinte
23 de dezembro - novembro do ano seguinte
24 de dezembro - dezembro do ano seguinte

Natal  - não se contabiliza
 (agora faz-se a análise em sentido inverso)
 Temperilhos -
26 de dezembro - dezembro do ano seguinte
27 de dezembro - novembro do ano seguinte
28 de dezembro - outubro do ano seguinte
29 de dezembro - setembro do ano seguinte
30 de dezembro - agosto do ano seguinte
31 de dezembro - julho do ano seguinte
1 de janeiro - junho desse ano
2 de janeiro - maio desse ano
3 de janeiro - abril desse ano
4 de janeiro - março desse ano
5 de janeiro - fevereiro desse ano
6 de janeiro - janeiro desse ano

Ex: Se no dia 16 de dezembro
e a 3 de janeiro chover,
então o mês de abril será chuvoso.
Caso não sejam coincidentes,

então prevaleceria o Temperilho, de 3 de janeiro.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Bodas de Prata e de Ametista Matrimoniais Em data e celebração única e singular.

Bodas de Prata (25 anos)
 e de Ametista  (48 anos) Matrimoniais
Em data e celebração única e singular.
Rosa Maria de Pinho e Silva e Octávio dos Santos Ferreira
Maria Amélia de Pinho e Nestor António da Silva
Dois em um.
Dia 25 de Fevereiro de 2015
Em comemoração de 25 de Fevereiro de 1990 e de 1967  respectivamente .
Na mesma igreja Matriz da Vila Termal de Caldas de S. Jorge.
Às 19.30 horas teve lugar a Solene de Celebração Comemorativa em epígrafe.
Era evidente a alegria
 e a felicidade dos dois casais :
Filha, genro, pais e sogros.
Nas pessoas de Rosa Maria de Pinho e Silva e Octávio dos Santos Ferreira
Maria Amélia de Pinho e Nestor António da Silva.
Interessante que ambos os casamentos se realizaram na mesma Igreja Matriz
Dia e hora celebrativa mudando somente  diferentes os celebrantes
o primeiro caso o actual Pároco P. António Machado
e no segundo mais antigo
o Reverendo Padre António Guimarães
de saudosa memória.
Parabéns a todos,
Aos participantes,
Convidados,
Grupo Coral de Santa Cecília,
Reverendo Diácono Joaquim Santos
e Acólitos.
Bem hajam todos,

Muita saúde e Felicidades!

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Celebração das Bodas de Ouro acontece, 50º aniversário de Casamento Católico do Casal

Dia 20 de Fevereiro de 2015,
Igreja Matriz pelas 19.30 horas,
Celebração Litúrgica dos Pastorinhos de Fátima Jacinta e Franccisco
E  em sexta-feira da Semana da Cinzas
e inicio da Quaresma
Celebração das Bodas de Ouro acontece, 
50º aniversário  de Casamento Católico do Casal
Celeste Correia e Manuel Santos.
Um grande dia para a Familia,
Comunidadade Paroquial de Caldas de S. Jorge
e Igreja.
Há 50 anos precisamente ocorria em Fátima
diante do Altar de Francisco e Jacinta
a Celebração do Matrimónio deste  simpático casal.
Uma data de comemoração obrigatória,
Testemunhal e exemplar.
De referir a simpatia,
atenção e memória de uma
história de vida anterior
e posterior à data de 20 de Fevereiro de 1965.
Que o Pai do Céu continue a abençoar esta família
Filha, genro e os 3 netinhos:
Entretanto entrava na casa
dos 49 a Maria Inês
nascida precisamente aos
primeiros momentos
dia 21 de Fevereiro de 1966.
Bem hajam todos!
Parabéns!

Por muitos anos!

sábado, 10 de janeiro de 2015

Completam-se 31 anos de Paroquialidade de Caldas de São Jorge

8 de Janeiro de 2015
Completam-se 31 anos da chegada 
a esta Paróquia de Caldas de S.Jorge.
Exactamente dia 8 de Janeiro de 1984.
Dias de Reis, da Epifania.
Dia e Inverno de frio e geada.
A Igreja tornou-se pequena para comportar 
a Assembleia participante da primeira Missa nesta Paróquia.
Passaram então 31 anos.
Na palavra do Senhor Bispo D. Júlio Tavares Rebimbas 
seria por pouco tempo.
Entretanto o tempo passou.
Entretanto chegou o dia das bodas de prata sacerdotais,
16 de Abril de 1997, 25 anos de Sacerdote
e  13 anos de Paróquia de Caldas de S. Jorge.
Referi na altura ao Senhor Bispo presente na Celebração
 o Senhor Bispo D. Manuel Pelino Domingues 
que o Senhor Bispo se tinha esquecido de mim.
Ao que ele me respondeu que estava muito bem 
e que continuasse… e continuei até ao dia de hoje 8 de Janeiro de 2015.
E já lá vão e são 31 anos de paróquia de Caldas de S. Jorge
E mais 18 acrescentados aos primeiros 13 anos
a quando da Celebração das Boas de Prata Sacerdotais.
Em 31 anos de Pároco
São  885 Baptismos
411 Casamentos
e 514  Funerais em Caldas de S.Jorge.
Sem contar outras celebrações
e Festas do Crisma,
Comunhões Solenes ,
Profissões de Fé e outros Sacramentos, Rituais e Festas.
Desde que há documentos escritos, ano 1589,
já se realizaram cerca de
10.000 Baptismos,
4.000 Casamentos
8.000 funerais.
A paróquia de Caldas de São Jorge na sua área corresponde
à área da desta Vila Termal.
Calcula-se a sua população  entre 2.700  a 3.000 habitantes;
mais concretamente 2.716 habitantes segundo o Censo de 2.011.
Constando de 1.330 masculinos  e 1.386 femininos.
Com cerca de 1.192 fogos (casas).
Em 1589 houve 4 Baptismos e 0 Casamentos e 0 Óbitos
……….
Em 2014 houve houve 15 Baptismos, 3 Casamentos e 20 Óbitos.
Isto há portanto de há 426 anos até à presente data de 2015.
Em 1769 tinha esta freguesia 102 fogos, 360 maiores; 78 menores e 20  ausentes.Ao todo 458 habitantes
Em 1805 tinha  93 fogos; 347 maiores e  53 menores .  Ao todo 400 habitantes
Em 1856 com 486 almas (habitantes)  150 fogos.
Hoje é esta a União freguesias Caldas de São Jorge e Pigeiros:
Com a área e população respectiva 
de 2.716 habitantes e 5,57 Km2
e 1.161 habitantes e 5,07 Km2
no total de 3.897 habitantes e 10,64 Km2  na totalidade.
Associada à paroquialidade de Caldas de S. Jorge 
está a Paróquia de Cristo Rei da Vergada 
desde 22 de Novembro de 2008.
Ainda com mais habitantes que Caldas de S. Jorge.
Movimento do ano 2014 Vergada: 22  Baptismos, 1 Casamento e 26 Funerais.




sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Parabéns a Você!! À D. Celestina Marques Rebelo

Parabéns a Você
à D. Celestina Marques Rebelo
pelas suas 74 Outonais Primaveras!
Centro de Dia do C.S.P.C.S.Jorge.
Associamo-nos à alegria
dos seus seis Filhos (as)
e dos seus sete Netinhos (as).
Que viva por muitos anos!


http://youtu.be/q9m6G1n1viI

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

FOI HÁ 60 ANOS






 
FOI HÁ 60 ANOS






Casa Zé Moleiro 1954 -1º. plano


Casa Zé Moleiro inventada pelos técnicos
Completam-se hoje 60 anos sobre a maior cheia de que há memória, ocorrida no rio Uíma, com incidência sobretudo em Caldas de S. Jorge e Fiães, onde deixou estragos de vulto, tendo-se, daí para juzante, espraiado pelos plainos das ribeiras até à Ponte Nova que, mesmo já em situação de maior espraiamento, não resistiu e foi levada na enxurrada.
Decidi, em 2010, - adiante dir-se-á porquê – que, enquanto mantiver as condições mínimas para tal, não deixarei passar a data de 24 de Outubro sem lembrar a maior cheia do século (mesmo antes não há registo de tamanha), não com intento de amaciar o ego, mas para preservar a história da nossa terra, das insinuações tolas, que só a toma de dose avantajada de Vermol,do lote que transgrida a lei da gravidade e suba, ao invés de descer, para ir atacar a maléfica bicharada que, nos casos em apreço, se instalou no sótão dos insinuadores Não por ser mais limpo. Até pelo contrário, dada a característica dos bichos.
Feito este a modos que intróito, vou entrar no facto chave e que foi a tromba de água que, na manhã de Domingo, 24/10/1954, despencou sobre esta região, sendo os vales do Rio Uíma e dos seus afluentes de S. Jorge e Fiães os espaços mais afectados por danos. Em Fiães foi sobretudo nas margens do Rio Às Avessas, por ser mais declivoso, de onde desapareceram todas as pontes e moinhos, com a água a subir 5 metros acima da cota habitual, segundo a imprensa diária do dia seguinte. Em S. Jorge, a Ribeira da Fonte Fria causou fortes estragos e amedrontamentos na Ribes, mas a base da minha apreciação é o Uíma e a sua enchente, particularmente entre o Engenho e o Terremunho, com prevalência para o espaço entre o moinho da Ti Arminda do Munho e o lavadouro / coradouro da Sé. Como pontos base de referência saliento os campos do “Lóreiro (margem esquerda) e do Ti Fulgêncio (margem direita), logo a seguir ao poço, a zona da Ribeira no local do moinho do Zé Moleiro e depois a cota da água na estrada e no parque das Caldas.
Os técnicos, ou quem escreveu relatórios ditos técnicos, colhendo declarações compradas (não quer dizer com troca por numerário), fazendo pesquisa jornalística sem procurar nenhum jornal, relatando a partir de pressupostos erróneos, cometeram as maiores barbaridades contra a verdade, sendo que a maior tranquibérnia foi a inclusão de uma fotografia falsa, classificando-a como a Casa do Zé Moleiro. Houve ali manifesta má fé, intenção desbragada de ser desonesto, claro ataque directo ao fenómeno que foi a cheia. Sobretudo conhecendo pessoas ainda vivas e já adultas ao tempo. Pessoas que eu ouvi. Diz então um dos relatórios, falando das casas do Valinho, do Lajeiro, do Zé Moleiro e do edifício das Caldas, que apenas as caves de todos esses edifícios terão sido atingidas. Reitero, com testemunhos ainda viventes que, a água andou pelo telhado do moinho do Zé Moleiro e dito por um testemunho, que andou próximo do cume. O próprio Zé Moleiro (meu pai) depois de tirar o gado dos aidos e de os enxotar para a pedreira (onde hoje está a pensão) nadou para o moinho e lá andou a evitar a saída de sacas de farinha e milho pela porta e quando saiu estava a água já na padieira da porta do moinho. A porta é capaz de ainda ser a mesma. E relativamente à casa de habitação e currais, a água subiu quase até ao solho do andar. Na ponte, a enxurrada derrubou o muro e subiu um metro acima do piso, atingiu a soleira da janela da padaria do Valinho, atingiu quase um metro no rés-do-chão da casa do Lajeiro (parece que confundem com a casa da Dorinda Oliveira que era a do Lajeiro), chegou ao cimo do tanque do chafariz existente na altura e avançou por cima do muro que circundava o parque das Caldas. Todo o parque ficou como um lago em turbilhão, pois toda a madeira de cimbre que estava encastelada na frente das escadas do átrio foi levada de escantilhão por cima do muro das Caldas (contou uma voz ainda vivente e que esteve no turbilhão, a entregar a corda ao Chino para resgatar o Elísio Mota que estava agarrado ao pilarete para não ser arrastado pela água que passava por cima do muro). Recordar que o edifício andava em obras para ser inaugurado depois em 1956. E, mesmo assim, só inundou as caves! !, ou a arte de ser prestímano, com miolos atacados de atonia. Tenham, os técnicos todos, a disponibilidade para consultar o Comércio do Porto do dia 25. Conta o episódio do “rapazito” cercado pelo turbilhão (Elísio Mota) e diz: (cito) “ nas Termas de S. Jorge a tromba de água inundou terrenos e ruas, invadindo o casaria da parte baixa da localidade. Em alguns sectores e próximo do pequeno rio a água atingiu os 5 (cinco) metros”. Exactamente no local onde, mais tarde, foi construída a ínsua. Mas, cuidado, na alta visão dos técnicos, a cheia só inundou as caves. Trampolineiros…!
Leu-se há dias que o presidente da Câmara de Macedo de Cavaleiros foi condenado a três anos de cadeia (não teve ainda trânsito em julgado) por, há anos, ter licenciado a construção de um prédio em zona REN.
Todo este imbróglio ligado à cheia teve início no verão de 2009 quando alguém (a Câmara saberá quem) denunciou à CCRDN o início da construção do edifício do Ilha Bar (ZIP), invocando tratar-se de espaço REN e leito de cheia. Se está no meio do rio e à cota das margens, leito de cheia é de certeza.
Face a tal a CCDR disse ao denunciante: “…(a construção) não parece ter enquadramento no anexo II do D.L. 166/2008 e não cumpre com o PDM de S.M. Feira, pelo que não pode ser autorizada. A Câmara Contestou. Mais tarde, em resposta a ofício da Câmara, a CCDRN conclui, depois de diversas considerações e alusões a diplomas legais: “…face ao exposto e atenta a desconformidade legal da construção objecto do concurso público aberto por essa Câmara Municipal, solicita-se a V. Exa. (presidente) que se abstenha de praticar actos que promovam quaisquer intervenções no local mencionado” Claro que a Câmara fez orelhas moucas e olhos cegos e a obra manteve o andamento de cruzeiro. Houve muitas idas ao Porto (como foram lamentadas!) e houve interferência de gente de dentro da CCDRN para fazer inverter pareceres anteriores e influenciar outro organismo também tutelar, como seja a ARHN (agora APA) que tutela o domínio hídrico e era preciso o título de utilização dos recursos hídricos. Foi a este organismo tutelar que a Câmara em 4/11/2009 enviou o ofício 26346 e entre outras aldrabices, disse: “ O acesso situa-se acima da cota da maior cheia conhecida para o local”. Foi depois de ler este embuste que fiz protesto, o mais alardeado possível, porque além do mais, desconjuntava a realidade que foi a cheia de 1954. Há fotos do coradouro à época, Não havia nenhuma barragem a impedir o escoamento e a água chegou mais a menos a meio do coradouro. Galguem e vejam se o edifício então em construção não ficaria alagado até ao tecto! Mesmo assim, o acesso ficava acima da cota da maior cheia! A coroa no topo do bolo foi o vergonhoso discurso da inauguração (20/05/2010) em que EU fui o ausente mais presente, visado pelas insinuações mais torpes que só acasalavam com o diseur.
Fui recebido pelo Director da então ARHN e, claro que não revelo detalhes de uma conversa amistosa e, sobretudo, muito esclarecedora. E pela mesma altura, um vereador em exercício perguntou-me o que me bastaria para encerrar o assunto. Eu disse que me estava marimbando para o edifício e que me bastaria que a Câmara, reconhecesse por escrito, que “o acesso se situa bem abaixo da cota da maior cheia conhecida para o local”. Mas isso é reconhecer a ilegalidade, retorquiu. E eu só argui que é problema deles.
No próximo ano haverá sempre algo de novo a lembrar. (Outubro de 2014)

José Pinto da Silva





quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Celebração das Bodas de Prata Matrinoniais 25º Aniversário da Casamento de Rafael e Manuela

Em dia de Santa Teresa de Ávila
15 de Outubro de 2014 na Igreja Matriz de Cristo Rei da Vergada
Santa Maria da Feira pelas 18.00 horas,
Celebração das Bodas de Prata Matrinoniais
25º Aniversário da Casamento nesta Igreja Matriz.

O casal Rafael da Assunção Coelho
E  Dulce Manuela de Oliveira Moreira Azevedo
celebram tão simpática e excelente efeméride.
Foi há 25 anos às 11.00 horas do dia 15 de Outubro de 1989
celebrante P. Antero Alves dos Reis, Pároco local
 Padrinhos: Rafael Francisco Coelho e Isilda de Sá Coelho Henriques também presentes ao evento e celebração.
Parabéns ao casal
e filha Ana Lúcia
e a toda a família
e amigos presentes

e com eles solidários!
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Caldas de S. Jorge - Santa Maria da Feira

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